domingo, 24 de janeiro de 2010

ENTREVISTA: LEAN VAN RANNA

Lean Van Ranna é um músico cristão e vocalista de Heavy Metal, Power Metal, Prog Metal, Hard Rock com influência de Soul Music, Gospel Music & Spiritual (Black americano), música erudita, e tem facilidade em timbres desde limpos aos com drives.
São 18 anos de experiência como vocalista, destes, 9 são como vocalista de bandas de rock/metal. Estudou canto lírico e popular, foi coralista da IEQ Guaratinguetá, um dos maiores corais da região do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo e considerado na época o segundo melhor coral religioso desta região.
Dentro do heavy metal, foi integrante da banda paulista dElohim entre 2003 e 2006, gravando a demo "The Choice is Yours ". Também integrou a banda mineira Manahem ,gravando os vocais do álbum "Angels and Shadows".
Em 2009, Lean fez teste pra banda Hangar além de ficar entre os 10 primeiros vocalistas na enquete da escolha dos novos vocais do Act II da Soulspell (pesquisa entre 30 nomes sugeridos por Heleno Vale). Foi também jurado do concurso que elegeu a nova revelação vocal Raphael Dantas da banda Soulspell Metal Opera.
Como produtor vocal participou da pré-produção da banda Soulspell gravando todas as vozes dos personagens e apoiando nos arranjos da mesma nessas gravações da pré-produção vocal. Ainda como produtor vocal, faz arranjos de vozes e gravações de backings e vozes principais de bandas de rock e jingles publicitários na região onde vive.
Lean também está com duas novas bandas em formação, a cristã Southern Lights (que deve mudar de nome) e a secular Inner Sense. E estará gravando a demo de um novo projeto chamado R.A.T.E.(ROCK AGAINST THE EVIL).

Confira mais sobre a carreira de Lean Van Ranna nesta entrevista que o vocalista concedeu ao Rockin' The World.


Por Nelson Paschoa

A maioria dos coralistas partem para cantar Soul Music, Black Music, Gospel, Pop, entre outros estilos, porém você partiu para firmar uma carreira profissional mais voltada para o Heavy Metal. Você sempre curtiu metal?
Minha influência musical veio desde menino, ouvindo músicas de artistas como Michael Jackson, Cindy Lauper, Fred Mercury, B 52, Scorpions, Qüeen, Jon Bon Jovi, etc... Ou seja vivi minha infância curtindo o melhor do Pop e do Rock internacional, sempre fui apaixonado por música em inglês. E nos anos 80 para os 90 onde vivi minha infância e adolescência o Pop e o Rock sempre andaram juntos, eram sons muito próximos musicalmente e o Hard Rock AOR/GLAM era muito mainstream e tocava nas rádios, essa foi com certeza minha raiz musical o Pop /Rock 80.Minha paixão pelo metal se deu ao conhecer o Heavy Metal Melódico. Não sou muito fã do metal tradicional, gosto de bandas Hard AOR como Petra, Whitecross e bandas Power como Stratovarius, Sonata Arctica, Seventh Avenue e Narnia. Também sempre amei Spiritual, Blues, Soul Music e Gospel. O coral foi muito importante na minha formação musical e em breve vou soltar um video no Youtube desse coral q tinha mais de 50 pessoas e era uma benção!


Como foi o seu primeiro contato com o metal cristão? Te causou algum impacto, surpresa ou algo do tipo?
Eu comecei assistindo o programa Clip Gospel que passava na extinta rede Manchete de televisão. Cara! quando via as bandas Gospel pirava. Desde menino ouvia também bandas do gênero como Troad, Yerushalem, Banda Rara, que eram estilos já não convencionais relacionado ao louvor que catávamos na igreja nos cultos, depois conheci Bride no clipe Gospel e adquiri álbuns do oficina G3, “Nada é tão Novo e Nada é tão Velho” achei muito louco este álbum, (risos)... E um dia aluguei uma fita do Petra num vídeo de backstage do álbum “Unseen Power”, - “Uau!! que som essa música “Sight Unseen”!!” - Exclamei... Confesso ter me assustado a primeira vez que fui ao ministério Zadoque em um show de bandas Thrash... (risos)... Mas orando a Deus naquele mesmo evento senti muito Sua presença e como é maravilhoso a música com esse propósito de coração a Ele independente do estilo!


Ouve algum tipo de preconceito dentro da igreja que freqüenta quando você partiu para o profissionalismo e sobre tudo como vocalista de metal?
Sim, muito! Eu fui praticamente expulso pelo líder de jovens da igreja Assembléia de Deus onde congregava e era solista do grupo de louvor dos jovens apenas porque comentei que a música “Se Clamares” da cantora Aline Barros tinha um riff Rock & Roll no refrão... Na noite daquele mesmo dia um dos pastores foi ter comigo, incomodado pelo Espirito Santo, mesmo sem saber o motivo disso veio orar por mim e me entregou uma palavra que me daria plenitude em certeza de meu chamado ministerial, ele disse: “Deus manda te dizer que aceita teu louvor independentemente do estilo que você cantar!” Foi uma experiência tremendamente sobrenatural, inexplicável, mais tarde uma senhora missionária que não me conhecia disse que eu seria usado naquilo que as pessoas ao meu redor achariam loucura, naquela mesma noite me desliguei da Assembléia de Deus e na outra semana já estava congregando em uma igreja que realmente aceitava meu chamado, ali Deus começava a preparar meu ministério underground!


E com os trabalhos seculares?
Na verdade sempre converso com meu Pastor em relação a todas as decisões que tenho tomado quanto a minha profissão, há uma linha muito tênue entre liberdade e libertinagem, é muito importante isso a meu ver, o aconselhamento com nossos líderes, não que estejamos presos, mas precisamos de boas referências nessa terra, somos um corpo, precisamos de nossos “cabeças”. Ele realmente tem me apoiado hoje como músico e entende q hoje sou profissional e preciso ganhar o meu pão, dou aula em escolas particulares de técnica vocal, gravo jingles publicitários, tenho alunos particulares e uso a música com muita responsabilidade como portifólio de meu trabalho alem do louvor ao meu Deus, sabendo sempre separar as coisas e com maturidade suficiente hoje em relação a temas que certamente Deus não aprovaria. O importante é estar em paz com Deus, e o resto flui com naturalidade.


Conte sua experiência com a banda Delohim.
Foi ótima. Quando entrei na banda era uma banda de Hard Rock bem bacana influenciada por Galact Cowboys, eles faziam uma mistura do Hard Rock e o Grunje. Os encontrei em um evento da Sara Nossa Terra em Pindamonhangaba, cidade da qual estava morando, eles estavam como um Power Trio na época, Thiago Lopes na batera a voz, Vitor Lopes na guitarra e Giovani Machado no contra baixo... Então eu fui convidado pela banda ShamaH de Hard Rock (também banda do músico Giovani) e ao cantar, pela graça de Deus, os irmãos e líderes da banda dElohim gostaram muito e me chamaram para a banda, pois todos nós tinhamos o intuito de montar uma banda de Power Metal Melódico. Foi apartir daí que a banda começou a tocar Power Metal e a primeira canção Power da banda dElohim foi uma composição minha (letra e melodia) da qual um amigo meu escreveu todos os arranjos que se Chama “LORD'S DAY”. Apartir daí a banda se firmou no estilo, nossa primeira demo não foi oficial e foi lançada em 2003 com essa música citada e mais um cover do Stryper gravado ao vivo no terceiro show da nova formação da banda e terceiro show de toda minha vida de vocalista de metal e primeira vez cantando Stryper ao vivo (olha a responsa.. risos)... Foram ótimos tempos, guardo ótimas recordações, mas infelizmente na época tínhamos muitas diferenças na maneira de pensar quanto ao ministério e isso levou a nossa separação, mas pra mim é um orgulho imenso ter assinado 3 canções da demo ‘The Choice Is Yours”, que são: “Lord's Day”, “The Power of Love” e “Don't Forget Me”, além de outras canções que tenho arquivadas aqui das quais não chegamos a divulgar. Torço e oro muito pela banda dElohim que hoje mantém uma formação homogênea e muito bacana! Que eles possam dar continuidade a essa história linda a de pregar o evangelho de Cristo!

Outro importante trabalho seu, foi a sua passagem pela banda Menahem, resultando na gravação de “Angels and Shadows”.
Sim, a princípio era apenas pra gravar o álbum deles, não iria entrar na banda em definitivo, porém isso acabou acontecendo e entre as idas e vindas ficamos 2 anos juntos. O maior problema a meu ver foi ter de deixar minha familia, cultura, um ambiente todo propício e tentar me adaptar a cultura mineira, (que é diferente da paulista com certeza (risos), apesar de termos lançado um álbum maravilhoso morar lá foi complicado pra mim, depois tentamos manter a banda a distância mas tambem não rolou.

Acredita que a sua passagem por estas bandas foi o que lhe deu maior reconhecimento como cantor?
Acredito que o trabalho com essas bandas foi fundamental pra isso, devo muito a Menahem e a dElohim, como elas também devem muito a mim, foram ótimas parcerias não é? (risos). Até hoje (Janeiro de 2010) por exemplo, o trabalho oficial lançado da dElohim é o EP “The Choice is Yours” que ainda é divulgado e vendido em todos os eventos dos quais eles estão tocando sempre, como também o último trabalho oficial da Menahem é o álbum “Angels and Shadows”, ou seja, realmente Deus permitiu que nos abençoassemos e muito mutuamente com essas parcerias, com certeza!


Cogitou-se a sua volta aos vocais do Menahem, por que isso não se concretizou?
Isso é complicado de dizer, mas posso dizer a você com certeza que o fator principal foi a distância. É muito difícil estabelecermos acordos sólidos com membros tão distantes um do outro. Hoje o líder da banda Lucas Marc mora em São Paulo capital e os outros três membros Jessé Aires, Murilo Marc, e Israel Scates em Uberlândia e ainda tinha eu aqui em Guaratinguetá/SP, estar a 240 Reais e a distância de 700 Km da base da banda é realmente complicado para uma banda underground lidar neh? (risos). Alias, não posso me mudar pra lá, tenho uma vida aqui em SP, (estou me casando em breve se Deus quizer (risos)...), alem de que são 11 horas de viajem.

Você também esteve muito perto de integrar o Hangar e o projeto Soulspell.
Sim. Heleno Vale idealizador do projeto Soulspell me indicou a banda Hangar para o teste de vocal que estavam fazendo, eu fui o último vocalista a ser testado, depois mesmo do teste do próprio atual vocal o meu amigo e grande vocalista Humberto Sobrinho, o motivo pelo qual não tenha entrado pode ter sido um mal planejamento de minha parte, mas prefiro acreditar que pelas circunstâncias tão adversas não tenha sido a vontade de Deus mesmo (risos)... Cantei muito mal naquele dia, pois estava sem comer, planejei errado a grana da viajem e custos adicionais e tinha apenas o dinheiro da passagem, viajei cerca de 3 horas até o local onde tive de andar mais 9 Km a pé, pois não tinha dinheiro pra o táxi (risos)... Não havia estrutura física pra se cantar as músicas do grande Nando Fernandes nessas condições neh? (risos)... Hoje canto esses sons aqui de vez em quando e encaro perder essa oportunidade como Deus dando outra direção a minha vida, porque sinceramente, nunca vi tanta coisa dar errada num só dia como foi aquele (risos). Ps: Ainda faltou um real pra voltar e tive de pedir na rodoviária (risos)... Coisas dessa vida de músico (risos)...


No caso do Soulspell, acabou atuando como produtor, como foi isso?
Bem, conheço Heleno Vale desde o final de 2006, quando ainda estava na dElohim, fui convidado por ele para vocalista principal da sua banda cover de Avantasia, e consequentemente ganharia um papel no ACT I de Soulspell Metal Opera, na época eu preferi não aceitar o convite (apesar de me sentir muito honrado com ele) após orar a Deus e receber uma resposta muito clara da parte do Senhor a mim. Nunca tive nada contra a pessoa dele, pelo contrario o admiro muito como músico e sua empreitada musical com a Metal Opera Soulspell. Após o sexto convite entre Soulspell e Avantasia cover eu decidi participar por motivos profissionais que achei importantes na época, e um deles é que eu iria gravar as “pré-produções de voz” do álbum e ajudar também no que fosse necessário ali dentro do projeto alem de atuar como vocalista e um dos personagens do disco. Percebi algumas coisas na história que realmente me incomodavam muito quanto a temática lírica que abordava um tema galgado no espiritismo apesar de ser de uma maneira fictícia realmente não estava me sentindo a vontade com o trabalho quando orei a Deus pra que a vontade dEle fosse feita seja como fosse... Então quando vi que apenas ficaria com o crédito das pré-produções e não poderia estar ao lado da produção vocal como co-produtor vocal juntamente ao produtor do disco foi minha oportunidade de sair do projeto, pois além de espiritualmente estar me incomodando também passou a me incomodar de forma profissional, sei que rendeu muita confusão na época em que os nervos de ambos os lados estavam a flor da pele. Porem hoje quero dizer que apenas não senti paz quanto a temática lirica do disco, não tenho nada absolutamente contra a pessoa de Heleno Vale, o desejo o melhor e a sua Metal Opera, ainda gosto muito dele como músico e pessoa, e todas as coisas que aconteceram entre nós numa época de nervos aflorados foram esquecidas e quem sabe um dia não trabalhemos em algum outro projeto? Só Deus sabe!


Como foi ser jurado? De certa forma julgar a qualidade de diversos cantores, não deve ter sido tarefa fácil.
Não mesmo, eram grandes cantores, pessoas muito talentosas, foi um concurso e tanto de 100 cantores inscritos. Lá estava eu na final julgando os 10 finalistas ao lado de nada mais, nada menos que Nando Fernandes, Christian Passos, Humberto Sobrinho, Leandro Caçoilo... etc... Ou seja a nata do vocal de Heavy Metal nacional, foi uma honra mesmo estar ao lado desses grandes nomes e ouvir também talentos novos como Guilherme Antonioli, Jefferson e Rafael Dantas, vozes q fazem parte hoje do ACT II da Soulspell. Grandes vocalistas de nossa cena nacional!


Atualmente você está com duas bandas Southern Lights, cristã e a InnerSense que é secular. Musicalmente falando o que difere cada uma?
A Southern Lights vai mudar de nome, descobrimos uma banda homônima nos Estados Unidos, porem o trabalho está bem focado e com um direcionamento mais Power Metal Melódico porem com elementos progressivos bem definidos em certas partes do som. Já a InnerSense é exatamente ao contrario (risos)... É uma banda de Progressive Metal com elementos do Power Metal Melódico. Acho que essa é a melhor definição que posso dar sobre a linha de som das bandas (risos).


Com a Southern Lights, por ser uma banda cristã, está bem claro a temática das composições. E com o a Innersense?
Sim, somos uma banda cristã quando se fala da SL (futuramente terá outro nome, estamos definindo esse detalhe), falaremos de tudo que move nossa fé no Criador. Já a InnerSense tratará de temas humanitários como o próprio nome diz, “consciência interior”. O que estamos fazendo ao nosso semelhante? A direção dos nossos temas irão pelo sentido social, podemos viver um mundo melhor ajudando-nos mutuamente e contra a atitudes egoístas do homem moderno.


Quando deve sair algum material gravado destas bandas?
A SL lançará seu disco esse ano com novo nome e nova fase, realmente estamos muito feliz com o resultado de nossas prés. A InnerSense tem um planejamento de um EP pra breve também e com muitas surpresas agradáveis! Não percam (risos)...


Pretende algum dia se lançar como cantor solo?
Sim, pois tenho muitas ideias no Hard Rock/ AOR e Power Metal Melódico, será uma mistura bem homogênea desses dois estilos que são os que mais gosto, a interpretação vocal do Hard unido as melodias eruditas do melódico, um Neo Classical, algo como Narnia antigo talvez (risos).


Soube, que apesar de suas importantes participações no metal secular, você passou por um período em que não via com bons olhos um músico cristão ter este tipo de vínculo no meio secular, porém, ao que me parece, não pensa assim atualmente. A que se deve esta mudança?
A palavra de Deus diz, absorva de tudo e retenha o que é bom, o Espirito de Deus vai te ajudar nessa hora, Ele tem me ajudado muito, seria ótimo se pudéssemos nos separar desse mundo porque o que Deus tem pra nós na eternidade realmente é muito maior. Porem ainda vivemos nele, precisamos ser pessoas sociáveis, não “monges do Tibet” que se separam de tudo procurando sua purificação. A pureza não está, a meu ver, no se separar físico de tudo que está ao nosso redor, deixar de ouvir música secular e nunca cantar uma melodia de uma música de amor por exemplo, mesmo que não seja pra Deus, qual o problema? Quem aqui não ama sua namorada ou esposa? (risos). A pureza consiste em separar o seu espírito pra Deus, mas claro q não ouvirei ou cantarei algo q ofende a minha fé no Salvador, por isso o Espirito Santo vai te dar direção e discernimento como (apóstolo) Paulo dizia: “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém” .


O que tem ouvido atualmente?
Tenho ouvido muitas bandas não tão conhecidas mas excelentes de Power Metal, Neo Classical, Hard Rock AOR, bandas como Keldian, Leverage, Last Tribe, Heavenly, etc... E Petra (risos). Vira e mexe volto ao velho Petra (risos). É um ministério muito abençoado além de terem lindas canções em todas as suas fases, amo e tenho como referencia principal de vocalistas Greg X Volz (Antigo vocal do Petra) e Jhon Schilit (atual vocalista), alias existem boatos de que estão voltando! AMEM (risos). Tenho estudado muito e sempre que posso ouvido Gospel/Spiritual/Soul/Blues/Black Music & Classic Rock como Leonardo Gonçalves, Rez Band & Glen Kaizer, Glen Hughes, ah! muita coisa bacana demais! (risos).


Lean, muito obrigado por sua atenção. Pra finalizar, pode deixar o seu recado.
Importa agradar a Deus e não ao homem, se você conseguir agradar a Jesus você se separará de muitas pessoas porem atrairá muitas também ao Reino Eterno, assim foram os servos dEle antes de nós. Estarei gravando uma demo com um novo projeto que se chama R.A.T.E. (ROCK AGAINST THE EVIL), essa demo conterá 2 sons, uma musica em português e uma em inglês, e essa demo estará disponível em já em Março, será a minha primeira gravação desse ano! Aguardem o som estábem bacana.
Estou com algumas parcerias esse ano e o mais importante estou ao lado de pessoas de valor no ministério como Jean Nastrini grande vocalista que está comigo no idealizar de um sonho antigo uma Opera Rock cristã e com muitas novidades, desde os temas, até os personagens (grandes vozes, ótimas revelações, grandes amigos ao lado nesse projeto), aguardem, e saibam mais sobre as vozes confirmadas e detalhes mais na comunidade do Orkut da “Vitam Revocare – The Ultimate Opera”. Vale apena esperar tem muitas surpresas nesse projeto. Mas esse já é um assunto pra uma outra entrevista (risos).Já falei demais aqui.. kkk.. Valeu Nelson pela oportunidade de falar um pouco sobre meu trabalho e ministério. Deus abençoe a todos e um feliz 2010!
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Lean Van Ranna tem o apoio da CSArtwork - VISUAL CONCEPTIONS BY CLEYTON SOUZA
confira no orkut e no Myspace.
Contato com o Lean pelo Myspace.

4 comentários:

Ronaldo disse...

Agharta

Lean Van Ranna é o mestre =D continue sendo essa boa pessoa q vc é e o grande vocalista admirado por todos nós ^^

Grandes abraços e ótima entrevista!

Mauricio Paes disse...

Muito bom, Lean é um grande cara. Só achei que ele falou pouco da R.A.T.E. que ele disse que está gravando, e me pareceu o projeto mais interessante.

Se possivel, eu queria saber mais dessa banda.

vankar disse...

Gostei muito da entrevista, Lean Van Ranna realmente tem uma voz previlegiada, mas o que o torna diferente é a unção de Deus. Que Ele possa sempre estar com você Lean, e como você mesmo diz : Importa agradar somente a Ele...Sucesso e Paz

William Vankar

Drica disse...

Curti bastante a matéria, admiro o Lean como pessoa e vocal e estou anciosa para estreia do seus novos trabalhos !